Filhos e Filhas de Deus

5 de Julho

Para fruir perfeito amor

No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor. 1 João 4:18.

Esta é uma importante declaração; pois muitos há que desejam amar e servir a Deus, e todavia, ao sobrevir a aflição, não discernem nela o amor dEle, antes a mão de um inimigo. Eles choram e murmuram e se queixam; porém, isso não é o fruto do amor a Deus no coração. Se possuirmos o amor perfeito, saberemos que Deus não nos está procurando prejudicar, mas que, em meio às provas, desgostos e dores, está-nos buscando aperfeiçoar e provar a qualidade de nossa fé. Quando deixarmos de afadigar-nos acerca do futuro, e chegarmos a crer que Ele nos ama, e Sua intenção é fazer-nos bem, confiaremos nEle como uma criança num amante pai. Então nossas tribulações e tormentos desaparecerão, e nossa vontade se fundirá com a vontade de Deus. -- The Youth's Instructor, 6 de Janeiro de 1898.

Mediante a presença permanente de Cristo, vocês se tornarão semelhantes a Ele no caráter. O Senhor quer que andem ao Seu lado, como um bom, paciente e humilde filho de Deus. É desígnio do Senhor que os obreiros ao Seu serviço Lhe representem o amor. ...

Nossas relações de uns com os outros devem ser agradáveis. Quando fazemos o que é direito, o testemunho de nosso próprio espírito e o do Espírito de Deus testificam de que a mente humana se acha sob o controle da mente divina. ... "Amados, se o coração nos não acusar, temos confiança diante de Deus." 1 João 3:21. Sua Palavra proporciona provas das quais podemos tirar a conclusão de que somos na verdade Seus filhos e filhas. ...

O verdadeiro amor para com Deus traz consigo verdadeira e reverente confiança. E aquele que ama a Deus amará também a seu irmão. -- Carta 174a, 1902.

"Agora, ... permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três" (1 Coríntios 13:13) -- fé, que se apodera da Onipotência e se recusa a ser confundida; esperança, que torna os futuros triunfos do bem e do verdadeiro em animação e alegria presentes; e o amor, que tudo consagra a Deus e por Deus. -- Carta 42, 1901.