Obrigação de aperfeiçoar o caráter ao máximo
Deus requer o cultivo das faculdades mentais. É Seu desígnio que Seus servos possuam mais inteligência e mais claro discernimento que os mundanos, e Se desagrada dos que são muito descuidados ou muito indolentes para se tornarem obreiros eficientes e bem preparados. O Senhor nos manda amá-Lo de todo o coração, de toda a alma, de toda a força, e de todo o entendimento. Isto nos impõe a obrigação de desenvolver o intelecto até a mais plena capacidade, para que com todo o entendimento conheçamos e amemos nosso Criador. -- Parábolas de Jesus, 333 (1900).
O homem encontra a felicidade no trabalho
Adão tinha temas para contemplação, nas obras de Deus no Éden, que era o Céu em miniatura. Deus não formou o homem meramente para que contemplasse Suas gloriosas obras; por isso, deu-lhe mãos para o trabalho, assim como coração e mente, para contemplação. Se a felicidade do homem consistisse em não fazer coisa alguma, o Criador não teria destinado trabalho para Adão; o homem devia encontrar a felicidade no trabalho, assim como na meditação. -- The Review and Herald, 24 de Fevereiro de 1874; The S.D.A. Bible Commentary 1:1082.
Ociosidade, a maior maldição
A Bíblia não apóia a ociosidade, que é a maior maldição que aflige nosso mundo. -- Parábolas de Jesus, 343 (1900).
Cumprir animosamente as tarefas diárias
Riquezas e ociosidade são por alguns consideradas verdadeiras bênçãos; mas os que estão sempre ocupados e que animosamente cumprem suas tarefas diárias, são os mais felizes e gozam a melhor saúde. O sadio cansaço que provém do trabalho bem regulado, assegura-lhes os benefícios de um sono refrigerante. A sentença de que o homem devia trabalhar para ganhar seu pão de cada dia e a promessa da futura felicidade e glória -- ambos provieram do mesmo trono, e ambos são bênçãos. -- The Youth's Instructor, 5 de Dezembro de 1901; Minha Consagração Hoje, 166.
Felicidade no cumprimento de deveres designados
Verdadeira felicidade só se encontra em ser bom e fazer o bem. O mais puro e elevado gozo vem aos que fielmente cumprem os deveres que lhes cabem. -- The Youth's Instructor, 5 de Dezembro de 1901; Minha Consagração Hoje, 166.
A inatividade pode levar ao desânimo
Sensação de desânimo é freqüentemente resultado de indevida inatividade. A ociosidade dá tempo para cismar sobre tristezas imaginárias. Muitos que não têm reais provações ou dificuldades atualmente, cuidam em tomá-las emprestadas do futuro. Se essas pessoas procurassem aliviar as cargas de outros, esquecer-se-iam das próprias. O trabalho enérgico, que chamasse à ação tanto as faculdades mentais como as físicas, demonstrar-se-ia uma inestimável bênção à mente e ao corpo. -- The Signs of the Times, 15 de Maio de 1882.
Aperfeiçoando o caráter
Lembrai-vos de que em qualquer posição em que servirdes estais revelando motivos, desenvolvendo o caráter. Seja qual for vosso trabalho, fazei-o com exatidão, com diligência; vencei a inclinação de procurar uma ocupação fácil. -- A Ciência do Bom Viver, 499 (1905).
A mente deve ser educada a não olhar ao próprio eu
A mente deve ser ensinada a olhar fora do próprio eu, a demorar-se em temas elevados, enobrecedores. Não sejam as preciosas horas da vida desperdiçadas em sonhos de alguma grande obra por ser executada no futuro, enquanto se negligenciam os pequenos deveres do presente. -- The Signs of the Times, 15 de Junho de 1882.
A inatividade é prejudicial à saúde
Os inválidos não devem permitir-se cair num estado de inação. Isto é muito prejudicial à saúde. O poder da vontade tem de fazer-se valer; a aversão ao exercício ativo e o temor de toda responsabilidade têm de ser vencidos. Jamais poderão reaver a saúde a menos que sacudam de si esse estado mental devaneador e apático e despertem para a ação. -- The Signs of the Times, 15 de Junho de 1882.
Demasiado indolentes para ativar as faculdades
Os que são demasiado indolentes para cumprir as responsabilidades e exercitar suas faculdades, deixarão de receber a bênção de Deus, e a capacidade que tinham ser-lhes-á tirada e dada aos obreiros ativos, zelosos, que pelo uso aumentam seus talentos constantemente. -- Testimonies for the Church 4:458, 459 (1880).
Trabalho bem regulado, essencial ao êxito
Alguns moços pensam que se pudessem passar a vida sem fazer nada, seriam supremamente felizes. ... Cultivam ódio ao trabalho útil. Invejam os filhos do prazer que votam a vida ao divertimento e à ruidosa alegria. ... Infelicidade e dores de cabeça são o resultado de tais pensamentos e conduta. Nada-que-fazer tem imergido muito rapaz na perdição.
Trabalho bem regulado é essencial ao êxito de cada jovem. Deus não poderia haver infligido maior maldição aos homens e mulheres, do que condená-los a viver uma vida de inação. A ociosidade destruirá a alma e o corpo. O coração, o caráter moral e as energias físicas são enfraquecidos. Sofre o intelecto, e o coração é aberto a tentações como um caminho franqueado para cair em todo vício. O homem indolente tenta o diabo a tentá-lo a ele. -- Manuscrito 2, 1871; Nossa Alta Vocação, 220.
Estragos dos hábitos de indolência (conselho aos pais)
Tendes sido cegos ao poder que o inimigo teve sobre vossos filhos. Trabalhos caseiros, mesmo a ponto de se cansarem, não lhes teria feito a quinta parte do mal que os hábitos indolentes têm causado. Teriam escapado a muitos perigos, se tivessem sido mais cedo instruídos a ocupar o tempo com trabalho útil. Não teriam contraído disposição tão desassossegada, esse desejo de mudança e de participar da sociedade. Teriam escapado a muitas tentações à vaidade e à participação em diversões inaproveitáveis, leitura barata, conversas ociosas e outras tolices. Seu tempo teria sido passado mais de molde a satisfazê-los, e sem tão grande tentação de buscar a sociedade do sexo oposto e a desculpar-se do caminho mau. Vaidade e afetação, inutilidade e positivo pecado, têm resultado dessa indolência. -- Testimonies for the Church 4:97, 98 (1876).
Forçar cada músculo
Ao homem é designada uma parte, nesta grande luta pela vida eterna; tem ele que atender à operação do Espírito Santo. Exigirá uma luta romper com os poderes das trevas, e o Espírito atua nele, para isso conseguir. Mas homem algum é um ser passivo, a ser salvo na indolência. É ele chamado a forçar cada músculo e exercitar cada faculdade na luta pela imortalidade; entretanto, é Deus quem supre a eficiência.
Nenhum ser humano pode salvar-se na indolência. O Senhor nos ordena: "Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, pois Eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão." Lucas 13:24. "Larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz para a perdição e são muitos os que entram por ela, porque estreita é a porta e apertado o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela." Mateus 7:13, 14. -- Manuscrito 16, 1896.