Mente, Caráter e Personalidade 2

Capítulo 76

Decisão e vontade

Poder governante em a natureza do homem

A vontade é o poder que governa a natureza do homem, pondo todas as outras faculdades sob sua direção. A vontade não é gosto nem a inclinação, mas o poder que decide, o qual opera nos filhos dos homens para obediência a Deus, ou para a desobediência. -- Testimonies for the Church 5:513 (1889); Mensagens aos Jovens, 151.

Tudo depende de sua reta ação

O tentado necessita compreender a verdadeira força de vontade. É este o poder que governa a natureza do homem -- o poder de decisão, de escolha. Tudo depende da devida ação da vontade. Os desejos em direção da bondade e da pureza, são em si mesmos justos; mas, se aí ficamos, nada aproveitam. Muitos descerão à ruína, enquanto esperam e desejam vencer suas más propensões. Eles não entregam a vontade a Deus. Não escolhem servi-Lo. -- A Ciência do Bom Viver, 176 (1905).

A mola de todas as ações

Mas deveis lembrar-vos de que vossa vontade é a fonte de todas as vossas ações. Esta vontade, que constitui tão importante fator no caráter do homem, foi, pela queda, entregue ao domínio de Satanás; e desde então ele tem estado operando no homem o querer e o perfazer segundo a sua vontade, mas para inteira ruína e miséria humanas.

O infinito sacrifício de Deus, porém, em dar Jesus, Seu amado Filho, para Se tornar um sacrifício pelo pecado, habilita-O a dizer, sem violar um princípio de Seu governo: "Submete-te a Mim; dá-Me tua vontade; tira-a do domínio de Satanás, e dela Me apoderarei; então posso operar em ti o querer e o perfazer segundo a Minha boa vontade." Quando Ele vos dá a mente de Cristo, vossa vontade se torna como a Sua vontade, e vosso caráter se transforma para ser semelhante ao caráter de Cristo. -- Testimonies for the Church 5:515 (1889); Mensagens aos Jovens, 153, 154.

A vontade do homem é agressiva

A vontade do homem é agressiva, e se esforça sempre para dobrar tudo a seus desígnios. Caso ela esteja aliciada para o lado de Deus e do direito, os frutos do Espírito aparecerão na vida; e Deus tem designado glória, honra e paz a todo homem que obra o que é bom. -- The Review and Herald, 25 de Agosto de 1896; Nossa Alta Vocação, 151.

A impossibilidade está em nossa vontade

Toda a nossa vida pertence a Deus e tem de ser usada para Sua glória. Sua graça consagrará e aproveitará cada faculdade. Que ninguém diga: Eu não posso remediar meus defeitos de caráter; pois, se chegardes a essa conclusão, por certo deixareis de alcançar a vida eterna. A impossibilidade está em vossa própria vontade. Se não quiserdes, então não podereis vencer. A real dificuldade provém da corrupção de corações não santificados, e na relutância por submeter-se ao controle de Deus. -- The Youth's Instructor, 28 de Janeiro de 1897.

Grande calmante dos nervos

A mente e os nervos adquirem vigor e resistência pelo exercício da vontade. A força de vontade demonstrar-se-á em muitos casos poderoso calmante para os nervos. -- Testimonies for the Church 1:387 (1863); Testemunhos Selectos 1:136.

Satanás serve-se da vontade

Quando se permite a Satanás moldar a vontade, ele a empregará para realizar seus fins. ... Suscitará as más propensões, despertando paixões e ambições profanas. Diz: "Todo este poder, estas honras e riquezas e prazeres pecaminosos, eu tos darei"; suas condições, porém, são que seja entregue a integridade, embotada a consciência. Assim degrada ele as faculdades humanas, levando-as ao cativeiro do pecado. -- The Review and Herald, 25 de Agosto de 1896; Nossa Alta Vocação, 151.

A tentação prova ao máximo nossa força de vontade

É nosso privilégio, como filhos de Deus, reter firme a profissão de nossa fé, sem vacilar. Por vezes o empolgante poder da tentação parece provar ao máximo nossa força de vontade, e parece que exercer fé é de todo contrário a todas as evidências dos sentidos ou da emoção. Nossa vontade, porém, precisa conservar-se ao lado de Deus. Precisamos crer que em Jesus Cristo há perpétua resistência e eficiência. ... Hora a hora precisamos manter triunfantemente nossa posição em Deus, fortes em Sua força. -- Carta 42, 1890; Nossa Alta Vocação, 122.

A educação das crianças é diferente de treinar mudos animais

A educação da criança, em casa e na escola, não deve ser como o ensino dos mudos animais; pois as crianças têm vontade inteligente, a qual deve ser dirigida de maneira a reger todas as suas faculdades. Os mudos animais devem ser exercitados, pois não possuem razão nem inteligência. À mente humana, porém, deve ser ensinado o domínio próprio. Ela deve ser educada a fim de governar o ser humano, ao passo que os animais são governados por um dono, e exercitados a ser-lhe submissos. O dono serve de mente, juízo e vontade para o animal. -- Testimonies for the Church 3:132 (1872); Testemunhos Selectos 1:316.

A vontade deve ser dirigida, não quebrada

Uma criança pode ser ensinada de maneira a, como o animal, não ter vontade própria. Sua individualidade pode imergir na da pessoa que lhe dirige o ensino; sua vontade, para todos os intentos e desígnios, estar sujeita à de seu mestre. As crianças assim educadas serão sempre deficientes em energia moral e responsabilidade como indivíduos; não foram ensinadas a agir movidas pela razão e por princípios; sua vontade foi controlada por outros, e a mente não foi chamada a expandir-se e fortalecer-se pelo exercício. Não foram dirigidas e disciplinadas com respeito a sua constituição peculiar, e a sua capacidade mental, de modo a desenvolverem as mais vigorosas faculdades da mente, quando necessário. Os professores não devem parar aí, mas dar atenção especial ao cultivo das faculdades mais débeis, para que todas sejam exercitadas e levadas de um a outro grau de vigor, de modo que a mente atinja as devidas proporções. -- Testimonies for the Church 3:132 (1872); Testemunhos Selectos 1:316.

Resguardar toda a força de vontade

A ação de "quebrar a vontade" é contrária aos princípios de Cristo. A vontade da criança deve ser dirigida e guiada. Poupai toda a força de vontade, pois que o ser humano necessita de toda ela; mas dai-lhe a devida direção. Tratai-a com sabedoria e ternura, como um tesouro sagrado. Não a despedaceis; antes, mediante preceito e verdadeiro exemplo, moldai-a até que a criança chegue aos anos em que será responsável por si mesma. -- Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, 116 (1913), [no inglês].

O professor não deve ser ditatorial

Os que são egoístas, rabugentos, ditatoriais, ásperos e rudes, que não consideram cuidadosamente os sentimentos alheios, nunca devem ser empregados como professores. Terão sobre os estudantes uma influência desastrosa, moldando-os segundo seu próprio caráter, perpetuando assim o mal. Pessoas desse caráter se empenharão em quebrar a vontade de um menino, se ele for insubordinado; Cristo, porém, não autorizou essa maneira de tratar com os que erram. Mediante sabedoria celestial, mediante mansidão e humildade de coração, os professores se tornarão capazes de dirigir a vontade e guiá-la no caminho da obediência; que ninguém, porém, imagine que, pela ameaça, possa ser conseguida a afeição do estudante. Temos que trabalhar como Cristo trabalhou. -- Testimonies on Sabbath School Work, 80, 81 (1900).

A vontade dividida é uma cilada

Todo jovem precisa cultivar a decisão. O estado dividido da vontade é uma cilada, e será a ruína de muitos jovens. Sede firmes, do contrário sereis deixados com vossa casa, ou caráter, construída sobre alicerce arenoso. Há os que têm a desdita de estar sempre do lado do erro, quando o Senhor quereria que fossem homens fiéis, capazes de distinguir o bem do mal. -- Manuscrito 121, 1898.

Dois elementos do caráter

A fortaleza do caráter consiste em duas coisas -- força de vontade, e domínio de si mesmo. Muito jovem confunde paixão forte, desenfreada, com fortaleza de caráter; o fato, porém, é que aquele que é dominado pelas paixões é um homem fraco. A genuína grandeza e nobreza do homem, mede-se pela força dos sentimentos que ele subjuga, não pela dos que o dominam. O homem mais forte é aquele que, embora sensível aos maus tratos, ainda refreia a paixão e perdoa aos inimigos. Tais homens são verdadeiros heróis. -- Testimonies for the Church 4:656 (1881); Testemunhos Selectos 1:602.

A vontade unida à força divina

Podereis tornar-vos homens de responsabilidade e influência se, pelo poder de vossa vontade, unido à força divina, vos empenhardes fervorosamente no trabalho. Exercitai as faculdades mentais, e em caso algum negligencieis as físicas. Não deixeis que a preguiça intelectual feche vossa vereda para maior conhecimento. Aprendei a refletir, assim como a estudar, a fim de que vossa mente se expanda, fortaleça e desenvolva. Nunca penseis que tendes aprendido bastante e que podeis agora afrouxar vossos esforços. A mente cultivada é a medida do homem. Vossa educação deve continuar por toda a vossa vida; cada dia deveis estar aprendendo e pondo em uso prático o conhecimento adquirido. -- Testimonies for the Church 4:561 (1881); Testemunhos Selectos 1:581.

O reto exercício da vontade resiste a doença

Foi-me mostrado que muitos que são aparentemente fracos e estão sempre se queixando, não estão tão mal como imaginam estar. Alguns deles têm uma poderosa vontade que, exercida na devida direção, seria um eficaz meio de controlar a imaginação, resistindo assim à doença. Mas muito frequentemente se dá o caso de ser a vontade exercida numa direção errada, recusando-se obstinadamente a ceder à razão. Essa vontade liquidou a questão; inválidos eles são, e a atenção devida a inválidos receberão eles independentemente do juízo dos outros. -- Testimonies for the Church 2:524 (1870); Conselhos Sobre Saúde, 96.

Um fator no trato da doença

O poder da vontade não é estimado como devia ser. Permaneça a vontade desperta e devidamente dirigida, e ela comunicará energia a todo o ser, sendo maravilhoso auxiliar na manutenção da saúde. Também é uma potência no tratar a doença. ...

Pelo exercício da força de vontade no se colocar na justa relação para com a existência, o enfermo muito pode fazer para cooperar com os esforços médicos em favor de seu restabelecimento. Há milhares que, se quiserem, poderão recuperar a saúde. O Senhor não quer que estejam doentes. Deseja que sejam sãos e contentes, e devem assentar a mente no sentido de ficar bons.

Muitas vezes os inválidos podem resistir à doença, simplesmente recusando entregar-se às moléstias e deixar-se ficar num estado de inatividade. Erguendo-se acima de suas dores e incômodos, empenhem-se em ocupação útil, adequada a suas forças. Por tal ocupação e o livre uso do ar e da luz do sol, muito enfraquecido inválido haveria de recuperar a saúde e as forças. -- A Ciência do Bom Viver, 246 (1905).

Prometida a melhoria da saúde

Os hábitos e práticas maus estão trazendo sobre os homens enfermidades de todas as espécies. Que o entendimento seja convencido por meio da educação quanto à pecaminosidade de abusar das energias concedidas por Deus e degradá-las. Torne-se entendida a mente, e a vontade se coloque ao lado do Senhor, e haverá uma melhora maravilhosa de saúde física.

Isto, porém, jamais pode ser efetuado pelo mero esforço humano. Juntamente com vigorosos esforços mediante a graça de Cristo para a renúncia de todas as más práticas e associações e para a observância da temperança em todas as coisas, deve haver uma permanente convicção de que o arrependimento pelo passado bem como o perdão, devem ser buscados de Deus mediante o sacrifício expiatório de Cristo. Essas coisas devem fazer parte da experiência diária; deve haver estrita vigilância e persistentes rogos para que Cristo traga em cativeiro, para Si mesmo, a todo pensamento; Seu poder restaurador deve ser comunicado à alma para que, como seres responsáveis, possamos apresentar a Deus o nosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Ele, que é o nosso culto racional. -- Medical Ministry, Novembro-Dezembro de 1892; Conselhos Sobre Saúde, 504, 505.

Narcóticos e a vontade

Alguns há que usam narcóticos, e por condescendência estão encorajando maus hábitos que estão alcançando um poder controlador sobre a vontade, os pensamentos, e o homem todo. -- Carta 14, 1885.

Ensinar o poder da força de vontade

A força de vontade e a importância do domínio próprio, tanto na preservação como na reaquisição da saúde; o efeito deprimente e mesmo ruinoso da ira, descontentamento, egoísmo, impureza; e de outro lado, o maravilhoso poder vivificante que se encontra em um bom ânimo, altruísmo, gratidão -- também devem ser apresentados. -- Educação, 197 (1903).

O Espírito Santo não substitui a força de vontade

O Espírito de Deus não Se propõe a fazer nossa parte, nem no querer nem no fazer. Esta é a obra do agente humano, em cooperação com os agentes divinos. Logo que inclinemos nossa vontade a harmonizar-se com a vontade de Deus, a graça de Cristo Se apresenta para cooperar com o agente humano; não será, porém, substituto para fazer nosso trabalho independentemente de nossa resolução e nossa decidida ação. Portanto, não é a abundância de luz, e de evidência em cima de evidência, o que converterá a alma; é unicamente o agente humano aceitando a luz, despertando as energias da vontade, compreendendo e reconhecendo aquilo que ele sabe ser justiça e verdade, e assim cooperando com os serviços celestiais designados por Deus para a salvação da alma. -- Carta 135, 1898.

Em segurança só quando unida ao divino

A vontade do homem só está em segurança quando unida à vontade de Deus. -- Carta 22, 1896; Nossa Alta Vocação, 102.

A vontade humana confundindo-se com a divina

Neste conflito da justiça com a injustiça, só podemos ser bem-sucedidos mediante o auxílio divino. Nossa vontade finita precisa ser submetida à vontade do Infinito; a vontade humana precisa confundir-se com a divina. Isto trará em nosso auxílio o Espírito Santo; e toda vitória tenderá à recuperação da comprada possessão de Deus, à restauração de Sua imagem na alma. -- The Review and Herald, 25 de Agosto de 1896; Nossa Alta Vocação, 151.

A conversão não cria novas faculdades

O Espírito de Deus não cria faculdades novas no homem convertido, mas opera decidida mudança no emprego dessas faculdades. Quando mente, alma e coração se transformam, não é dada ao homem nova consciência, mas sua vontade é submetida a uma consciência renovada, cujas sensibilidades adormecidas são despertadas pela operação do Espírito Santo. -- Carta 44, 1899; Nossa Alta Vocação, 102.

Satanás domina a vontade que não está sob o controle de Deus

Cristo declarou: "Eu desci do Céu, não para fazer a Minha vontade, mas a vontade dAquele que Me enviou." João 6:38. Sua vontade foi ativamente exercida para salvar a alma dos homens. Sua vontade humana era nutrida pela divina. Seus servos hoje fariam bem em perguntar-se a si mesmos: "Que espécie de vontade estou eu, individualmente, cultivando? Tenho eu estado a satisfazer os próprios desejos, confirmando-me no egoísmo e na obstinação?" Se assim fazemos, achamo-nos em grande perigo, pois Satanás governará sempre a vontade que não está sob o domínio do Espírito de Deus. Quando pomos a vontade em harmonia com a de Deus, a santa obediência que foi exemplificada na vida de Cristo se mostrará em nossa vida. -- Manuscrito 48, 1899; Nossa Alta Vocação, 105.

A vontade deve ser dirigida por uma consciência pura

A paz interior, e uma consciência livre de ofensa para com Deus revificará e revigorará o intelecto, como o orvalho destilado sobre as tenras plantas. A vontade é então dirigida e controlada devidamente, e é mais decidida, e todavia livre da perversidade. -- Testimonies for the Church 2:327 (1869).

A vontade determina a vida ou a morte

Unicamente a eternidade pode revelar o glorioso destino a que o homem, restaurado à imagem de Deus, pode atingir. Para podermos alcançar esse elevado ideal, o que leva a alma a tropeçar precisa ser sacrificado. É mediante a vontade que o pecado retém seu domínio sobre nós. A entrega da vontade é representada como arrancar o olho ou cortar a mão. Afigura-se-nos muitas vezes que, sujeitar a vontade a Deus é o mesmo que consentir em atravessar a vida mutilado ou aleijado.

Deus é a fonte da vida, e só podemos ter vida ao nos acharmos em comunhão com Ele. ... Se vos apegais ao eu, recusando entregar a Deus vossa vontade, estais preferindo a morte. ...

Exigirá um sacrifício o entregar-se a Deus; é, porém, um sacrifício do inferior pelo mais elevado, do terreno pelo espiritual, do perecível pelo eterno. Não é o desígnio de Deus que nossa vontade seja destruída; pois é unicamente mediante o exercício da mesma que nos é possível efetuar aquilo que Ele quer que façamos. Nossa vontade deve ser sujeita à Sua a fim de que a tornemos a receber purificada e refinada, e tão ligada em correspondência com o Divino, que Ele possa, por nosso intermédio, derramar as torrentes de Seu amor e poder. -- O Maior Discurso de Cristo, 61, 62 (1896).

Para compreender a verdadeira força de vontade (conselho a um jovem instável)

Estarás em constante perigo, até que compreendas a verdadeira força de vontade. Poderás crer e prometer todas as coisas, mas tuas promessas ou tua fé não terão nenhum valor enquanto não puseres tua vontade do lado da fé e da ação. Se combateres o combate da fé com toda a tua força de vontade, vencerás. Teus sentimentos, tuas impressões, tuas emoções não merecem confiança, pois não são seguros. -- Testimonies for the Church 5:513 (1889).

Podeis controlar a vontade

Mas não precisais desesperar. ... Compete-vos ceder vossa vontade à vontade de Jesus Cristo, e isto fazendo, Deus imediatamente toma posse e efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a Sua boa vontade. Vossa natureza toda será então posta sob o controle do Espírito de Cristo, e mesmo vossos pensamentos Lhe serão submissos.

Não podeis controlar vossos impulsos, vossas emoções, tal qual o desejaríeis; podeis, porém, controlar a vontade, e podeis operar uma inteira mudança em vossa vida. Entregando a Cristo vossa vontade, vossa vida será escondida com Cristo em Deus, e aliada ao poder que está acima de todo principado e potestade. Tereis, provinda de Deus, força que vos prenderá a Sua força; e uma nova luz, a própria luz da viva fé, ser-vos-á possível. Mas vossa vontade terá de cooperar com a vontade de Deus. -- Testimonies for the Church 5:513, 514 (1889).

O elo que liga à energia divina

Somos cooperadores de Deus. Esta é a sábia provisão do próprio Senhor. A cooperação da vontade e esforço humanos com a energia divina é o elo que liga os homens uns aos outros e a Deus. Diz o apóstolo: "De Deus somos cooperadores; lavoura de Deus, edifício de Deus sois vós." 1 Coríntios 3:9. Deve o homem trabalhar com os meios que Deus lhe deu. "Operai a vossa salvação com temor e tremor", diz Ele, "porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a Sua boa vontade." Filipenses 2:12, 13. -- Manuscrito 113, 1898.

Quando a vontade é posta do lado do Senhor, o Espírito Santo toma essa vontade e a unifica com a vontade divina. -- Carta 44, 1899.